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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Descoberta Musical da Quarentena: Sabrina Carpenter



Oie! Como cês tão, hein?! Por aqui, tá tudo bem... tô respirando!

Indo ao que nos interessa... Hoje vamos falar um pouco mais sobre Sabrina Carpenter. 

Sabrina Ann Lynn Carpenter ficou bastante conhecida pela sua personagem "Maya" na série "Girls Meet World" do Disney Channel. Além de atriz, Sabrina é dançarina e compositora...  Ah! Meu amor, ela é cantora! 

Então já sabem a recomendação musical dessa semana, certo?

Sabrina começou sua carreira em 2011 como atriz e cantora fazendo pequenas participações em séries e programas de TV, porém sua carreira começou a realmente decolar em 2013, quando foi escalada para interpretar a personagem "Maya Heart" no Disney Channel.
Ainda em 2013, Carpenter assinou um contrato com a Hollywood Records e no ano seguinte deu início sua carreira profissional como cantora.

Atualmente, com apenas 21 anos, Sabrina possui 4 álbuns, sendo eles: "Eyes Wide Open" (2015), "EVOLution" (2016), "Singular: Act I" (2018) e "Singular: Act II" (2019).

O meu álbum favorito é o "Singular: Act I" e vocês podem conferir não apenas esse mas também todos os outros em qualquer plataforma de streaming musical (os links do post vão direto para o Spotify). 

E aproveitando a divulgação da querida, não deixem de conferir alguns dos filmes os quais ela fez parte, como por exemplo "O Ódio que Você Semeia" e "Crush à Altura".

Ahhhhh! E hoje (07/08) temos mais um filme, "Work It", e vocês podem conferir diretamente na Netflix! 

Beijos da web diva Thalli e até a próxima! 🍃
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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Filme: As Golpistas



Título Original: Hustlers
Elenco: Jennifer Lopez, Lili Reinhart, Cardi B, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lizzo
Duração: 1h 44m
Ano: 2019
Roteiro: Lorene Scafaria
Produção: Jennifer Lopez, Will Ferrell, Adam McKay, Jessica Elbaum, Benny Medina, Elaine Goldsmith-Thomas
Direção: Lorene Scafaria
Sinopse: Em entrevista concedida a Elizabeth (Julia Stiles), jornalista da New York Magazine, a ex-stripper Destiny (Constance Wu) conta em detalhes como conseguiu o emprego e conheceu Ramona (Jennifer Lopez), ícone do meio que logo se tornou sua grande amiga. Devido à crise financeira que abalou Wall Street em 2008, Destiny e Ramona viram o declínio na quantidade de clientes na boate em que trabalham afetar sua própria rentabilidade. Com isso, decidem elas mesmas iniciar um plano onde, juntamente com algumas amigas, vão atrás de homens em restaurantes para, após dopá-los, faturar em cima de seus cartões de crédito.

O filme é retratado como biografia e conta a vida de uma stripper. Neste caso, a ex-stripper Destiny está dando uma entrevista e ela vai contando aos poucos como e porque precisou entrar nesse ramo, além de relatar como foi criando amizades e família com quem trabalhava com ela na mesma boate.

A Destiny traz um feminismo muito forte nesse filme, mostrando para a entrevistadora e para quem assisti o filme que a profissão de stripper envolve estar cercada em um ambiente machista, cruel e perigoso para a mulher. Ela destaca a importância de nunca se julgar alguém antes de conhecer toda a história e entender o motivo daquela pessoa estar ali. E isso foi o que eu mais gostei nesse filme.

A história é ok, num geral. Não é muito politicamente correta, por causa dos golpes que as personagens praticam, mas isso tá na sinopse então não dá pra criticar muito visto que estava explícito que era isso que o filme ia mostrar. Eu gosto que não é muito previsível e que a trama é linear. O roteiro também é tranquilo, sem nenhum diálogo que se destaque muito mas também nenhum diálogo ruim.

Eu quis assistir esse filme simplesmente por causa do elenco que é incrível. Além de ser um elenco super diversificado e cheio de representatividade, ele é composto por mulheres que eu admiro demais. E todas fazem um trabalho muito legal nesse filme e tem uma atuação boa, e isso é bem legal de ver.

Esse não é um dos melhores filmes que eu já assisti, mas ele é legal e super válido durante uma tarde de entretenimento. Não é uma das minhas top recomendações mas também não é uma total perda de tempo sabe?! Acho que é uma experiência válida, relativamente divertida, boa pra passar o tempo, entender um pouco mais sobre a vida das mulheres que fazem isso pra viver e tudo o que elas sofrem. Não é um filme que todo mundo vai gostar, mas é um filme que, na minha opinião, muita gente deveria assistir em algum momento. Fora que o filme tem umas cenas bem fofas que esquentam o coração e aconchegam a alma, tudo o que a gente precisa.
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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Recursão - Blake Crouch

Título Original: Recursion
Livro Único
Autor(a): Blake Crouch
Tradução: Sheila Louzada
Editora: Intrínseca
Onde Comprar: Amazon | Submarino
Sinopse: As memórias constroem a realidade.
É isso que o policial Barry Sutton descobre ao investigar um fenômeno chamado Síndrome da Falsa Memória, uma doença misteriosa que enlouquece as vítimas ao plantar lembranças de vidas que elas nunca tiveram. Em sua busca pela verdade, Barry se depara com um oponente mais assustador do que qualquer doença, uma força que ataca não apenas a mente, mas a confecção de nossas memórias. Sua única chance de compreender e interromper a marcha galopante do caos está nas mãos da neurocientista Helena Smith, uma mulher amaldiçoada por sua invenção, a criadora de uma tecnologia que deveria salvar vidas, mas que acabou esfacelando a realidade. Conforme os efeitos desse fenômeno fazem ruir o mundo que conhecemos, Barry e Helena terão de se unir se quiserem sobreviver - e salvar a todos nós.
Em sua obra mais ambiciosa, Blake Crouch entrelaça ação e mistério num enigma eletrizante sobre tempo, identidade e o poder da memória.

Recursão conta duas histórias em paralelo que em determinado momento do livro acabam se unindo. A primeira é a do Barry, um policial da NYPD, que perdeu a filha há algum tempo e acabou se divorciando da esposa, o que fez com que ele se jogasse de cabeça no trabalho. A segunda história é da Helena, uma cientista incrivelmente talentosa e inteligente que dedica sua carreira a desenvolver uma cadeira capaz de armazenar memórias de pacientes com Alzheimer depois que a mãe é diagnosticada com a doença.

A trama foi bem construída e é imprevisível. Qualquer mínimo detalhe pode ser um spoiler e o que eu acho ideal é ler esse livro sem ler a sinopse (se você acabou de ler a sinopse do post, dá um tempinho antes de pegar o livro pra sua mente esquecer hehe) porque foi o que eu fiz e isso colaborou muito na minha experiência de leitura.

O livro é narrado em terceira pessoa mas tem os pontos de vista dos dois protagonistas. Por mais que eu tenha simpatizado muito mais com o Barry, eu gostei bem mais dos capítulos da Helena. Ela é chata em alguns momentos e me irritou, mas são os capítulos que tem a parte mais científica e foi isso que me prendeu na história.

Muita gente fala como esse livro é super confuso, e realmente consegue ser. Se eu explicar direito o motivo vai ser o maior spoiler da vida, então só consigo avisar vocês pra ficarem atentos em detalhes e aos adeptos dos post-its e flags é uma boa usar nas partes que tiver explicações pro caso de você se perder durante a leitura, dá pra voltar e ler só essas partes.

Eu tive dois grandes problemas com esse livro: o romance e o final. Eu não comprei esse romance, não fui conquistada, achei que poderiam ter se formado casais muito mais legais e que fossem mais interessantes e também teriam sido mais trabalhados. O romance que o autor criou no livro simplesmente aconteceu, muito instalove. O meu problema com o final é que foi MUITO simples. O autor criou uma bola de neve que não parava de aumentar a cada capítulo e o final foi extremamente fácil, simples e conveniente pra todo o caos que ele criou.

Mesmo com esses problemas, é um livro bem bom. A história é envolvente, a escrita do Blake é fluida e sem muitos floreios, tornando uma leitura fácil e rápida. Ficando atento não tem como se confundir muito com as partes mais científicas. Não foi meu livro favorito do ano e desconfio que vá ser meu livro preferido do autor, mas foi uma experiência de leitura boa e que eu recomendo pra todo mundo que curtir livros de ficção científica e/ou histórias imprevisíveis.


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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Por Isso A Gente Acabou - Daniel Handler

Título Original:
Why We Broke Up
Título: Por Isso A Gente Acabou
Livro Único
Autor(a): Daniel Handler
Tradução: Érico Assis
Editora: Seguinte
Onde Comprar: Amazon | Submarino
Sinopse: Por Isso A Gente Acabou trata, com a comicidade típica do autor, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, trsiteza e incerteza que essa vivência pode gerar. 
Min Green e Ed Slarteron estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento.
Essa carta é o texto de Por Isso A Gente Acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação. Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas deste romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou. A artista Maira Kalman, autora de diversas capas da revista The New Yorker, ilustrou cada um dos objetos da narrativa, trazendo cor e descontração a esta história dolorida.

Aqui nós temos a história de um breve relacionamento contada através do olhar da protagonista, a Min. O livro inteiro é uma carta que ela está escrevendo pra seu ex Ed, que será entregue junto com uma caixa cheia de objetos que de alguma forma participaram dos momentos desse casal e explicando como aquelas situações contribuíram para o término do que eles tinham juntos.

Esse é um livro que, por motivos óbvios, você começa já sabendo o final. Mas isso não tira de forma alguma a vontade de ler e de conhecer essa história. A trama é toda envolta no relacionamento da Min com o Ed, como se formou, como se desenvolveu e porque teve um fim, e é algo muito legal de acompanhar. Apesar de um romance ter os seus clichês, essa história não teve muitos momentos previsíveis e evoluiu de uma forma bastante linear e agradável.

Essa leitura foi uma segunda tentativa. Da primeira vez, eu acabei abandonando por achar a protagonista chata e dar a causa do término exatamente por essa chatice, afinal, quem escreve uma carta tão longa? Mas fico feliz de ter dado essa segunda oportunidade. Consegui me colocar um pouco no lugar da Min (o que viver algumas situações não faz, né gente?!), fui entendendo as colocações dela e apesar de achar ela um pouco iludida em alguns momentos, isso não me incomodou ao ponto de parar a leitura, até porque a Min acaba de mostrando cheia de camadas e evoluindo, sendo a personagem mais bem construída. Os outros personagens, incluindo o Ed, foram chatos e sem profundidade ao meu ver. Em algumas partes do livro eu estava 100% indiferente à existência deles e se eles não estivessem lá eu não ia ver problema.

A escrita do Daniel Handler não é nada inovadora, e também não achei muito envolvente. Mas também não é uma escrita ruim, longe disso. É bem ok. Fácil de ler, sem necessidade de muitas frases de efeito (destaquei apenas dois quotes nesse livro), nada rebuscada, bem direcionada para o público-alvo do livro. As ilustrações são lindas, bem coloridas, dão um ar mais leve e divertido pra história e tornam tudo um pouco mais palpável, na minha opinião.

De um modo geral, esse é um livro bem de boa pra passar o tempo e distrair a cabeça. Dá pra se deliciar com as ilustrações e por ser uma história não muito óbvia é legal ir montando o quebra-cabeça do relacionamento do Ed e da Min e entender porque eles acabam terminando, mas não é nenhuma história de outro mundo e não vai entrar no meu pódio de favoritos do ano. 
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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Descoberta Musical da Quarentena: Hailee Steinfeld



E vamos de post sobre música aqui nesse blog porque ninguém aguenta só ler o tempo todo (e conhecer artistas novos é sem algo válido!)

Gente, até mudei o dia da semana que tá saindo esse post pra vocês não confundirem eu e a Thallita. E pra começar a semana de um jeito bem legal, eu vim falar da Hailee porque tenho gostado muito das músicas dela, principalmente das letras que ela cria.

Mas antes um contexto sobre nossa lindíssima artista: Hailee Steinfeld tem 23 anos, é sagitariana e é muito mais conhecida por seus trabalhos como atriz participando de filmes como A Escolha Perfeita 2, Bumblebee e Quase 18. Ela também já foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel no filme True Grit em 2010, quando tinha 13 anos. Um prodígio.

O que muita gente não sabe é que a Hailee também vem construindo uma carreira na música. Ela não só canta como também compõe e tem letras muito fortes, algumas bastante pessoais, e que eu me apaixonei.

A produção das músicas do último EP dela, Half Written Story, não me agradaram TANTO assim mas eu ainda curti e quis trazer essa indicação pra vocês. A minha música favorita do EP é Your Name Hurts, porque eu adorei a letra e adorei em como a melodia foi inserida. Uma que também é bem legal é End This (L.O.V.E.), mas tem uma produção mais diferente e que pode não agradar todo mundo.



A minha música favorita da Hailee é Most Girls, porque eu acho que ela representa muito bem, ela levanta a bandeira do feminismo, o clipe casa com a música, tem uma história e é bem legal. Love Myself também tem um clipe MUITO legal, divertido e que passa uma mensagem importante. Deixei aí em cima pra vocês poderem ver e dar a opinião de vocês.

Bom, post curtinho pra trazer essa dica pra vocês. Fiquem de olho na Hailee porque ela tem uma voz muito bonita, ela tem vocais muito bem posicionados, ela tem composições cheias de potencial e ela ainda pode surpreender muito na indústria musical.
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