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sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Descoberta Musical da Quarentena: Sabrina Carpenter



Oie! Como cês tão, hein?! Por aqui, tá tudo bem... tô respirando!

Indo ao que nos interessa... Hoje vamos falar um pouco mais sobre Sabrina Carpenter. 

Sabrina Ann Lynn Carpenter ficou bastante conhecida pela sua personagem "Maya" na série "Girls Meet World" do Disney Channel. Além de atriz, Sabrina é dançarina e compositora...  Ah! Meu amor, ela é cantora! 

Então já sabem a recomendação musical dessa semana, certo?

Sabrina começou sua carreira em 2011 como atriz e cantora fazendo pequenas participações em séries e programas de TV, porém sua carreira começou a realmente decolar em 2013, quando foi escalada para interpretar a personagem "Maya Heart" no Disney Channel.
Ainda em 2013, Carpenter assinou um contrato com a Hollywood Records e no ano seguinte deu início sua carreira profissional como cantora.

Atualmente, com apenas 21 anos, Sabrina possui 4 álbuns, sendo eles: "Eyes Wide Open" (2015), "EVOLution" (2016), "Singular: Act I" (2018) e "Singular: Act II" (2019).

O meu álbum favorito é o "Singular: Act I" e vocês podem conferir não apenas esse mas também todos os outros em qualquer plataforma de streaming musical (os links do post vão direto para o Spotify). 

E aproveitando a divulgação da querida, não deixem de conferir alguns dos filmes os quais ela fez parte, como por exemplo "O Ódio que Você Semeia" e "Crush à Altura".

Ahhhhh! E hoje (07/08) temos mais um filme, "Work It", e vocês podem conferir diretamente na Netflix! 

Beijos da web diva Thalli e até a próxima! 🍃
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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Filme: As Golpistas



Título Original: Hustlers
Elenco: Jennifer Lopez, Lili Reinhart, Cardi B, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lizzo
Duração: 1h 44m
Ano: 2019
Roteiro: Lorene Scafaria
Produção: Jennifer Lopez, Will Ferrell, Adam McKay, Jessica Elbaum, Benny Medina, Elaine Goldsmith-Thomas
Direção: Lorene Scafaria
Sinopse: Em entrevista concedida a Elizabeth (Julia Stiles), jornalista da New York Magazine, a ex-stripper Destiny (Constance Wu) conta em detalhes como conseguiu o emprego e conheceu Ramona (Jennifer Lopez), ícone do meio que logo se tornou sua grande amiga. Devido à crise financeira que abalou Wall Street em 2008, Destiny e Ramona viram o declínio na quantidade de clientes na boate em que trabalham afetar sua própria rentabilidade. Com isso, decidem elas mesmas iniciar um plano onde, juntamente com algumas amigas, vão atrás de homens em restaurantes para, após dopá-los, faturar em cima de seus cartões de crédito.

O filme é retratado como biografia e conta a vida de uma stripper. Neste caso, a ex-stripper Destiny está dando uma entrevista e ela vai contando aos poucos como e porque precisou entrar nesse ramo, além de relatar como foi criando amizades e família com quem trabalhava com ela na mesma boate.

A Destiny traz um feminismo muito forte nesse filme, mostrando para a entrevistadora e para quem assisti o filme que a profissão de stripper envolve estar cercada em um ambiente machista, cruel e perigoso para a mulher. Ela destaca a importância de nunca se julgar alguém antes de conhecer toda a história e entender o motivo daquela pessoa estar ali. E isso foi o que eu mais gostei nesse filme.

A história é ok, num geral. Não é muito politicamente correta, por causa dos golpes que as personagens praticam, mas isso tá na sinopse então não dá pra criticar muito visto que estava explícito que era isso que o filme ia mostrar. Eu gosto que não é muito previsível e que a trama é linear. O roteiro também é tranquilo, sem nenhum diálogo que se destaque muito mas também nenhum diálogo ruim.

Eu quis assistir esse filme simplesmente por causa do elenco que é incrível. Além de ser um elenco super diversificado e cheio de representatividade, ele é composto por mulheres que eu admiro demais. E todas fazem um trabalho muito legal nesse filme e tem uma atuação boa, e isso é bem legal de ver.

Esse não é um dos melhores filmes que eu já assisti, mas ele é legal e super válido durante uma tarde de entretenimento. Não é uma das minhas top recomendações mas também não é uma total perda de tempo sabe?! Acho que é uma experiência válida, relativamente divertida, boa pra passar o tempo, entender um pouco mais sobre a vida das mulheres que fazem isso pra viver e tudo o que elas sofrem. Não é um filme que todo mundo vai gostar, mas é um filme que, na minha opinião, muita gente deveria assistir em algum momento. Fora que o filme tem umas cenas bem fofas que esquentam o coração e aconchegam a alma, tudo o que a gente precisa.
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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Recursão - Blake Crouch

Título Original: Recursion
Livro Único
Autor(a): Blake Crouch
Tradução: Sheila Louzada
Editora: Intrínseca
Onde Comprar: Amazon | Submarino
Sinopse: As memórias constroem a realidade.
É isso que o policial Barry Sutton descobre ao investigar um fenômeno chamado Síndrome da Falsa Memória, uma doença misteriosa que enlouquece as vítimas ao plantar lembranças de vidas que elas nunca tiveram. Em sua busca pela verdade, Barry se depara com um oponente mais assustador do que qualquer doença, uma força que ataca não apenas a mente, mas a confecção de nossas memórias. Sua única chance de compreender e interromper a marcha galopante do caos está nas mãos da neurocientista Helena Smith, uma mulher amaldiçoada por sua invenção, a criadora de uma tecnologia que deveria salvar vidas, mas que acabou esfacelando a realidade. Conforme os efeitos desse fenômeno fazem ruir o mundo que conhecemos, Barry e Helena terão de se unir se quiserem sobreviver - e salvar a todos nós.
Em sua obra mais ambiciosa, Blake Crouch entrelaça ação e mistério num enigma eletrizante sobre tempo, identidade e o poder da memória.

Recursão conta duas histórias em paralelo que em determinado momento do livro acabam se unindo. A primeira é a do Barry, um policial da NYPD, que perdeu a filha há algum tempo e acabou se divorciando da esposa, o que fez com que ele se jogasse de cabeça no trabalho. A segunda história é da Helena, uma cientista incrivelmente talentosa e inteligente que dedica sua carreira a desenvolver uma cadeira capaz de armazenar memórias de pacientes com Alzheimer depois que a mãe é diagnosticada com a doença.

A trama foi bem construída e é imprevisível. Qualquer mínimo detalhe pode ser um spoiler e o que eu acho ideal é ler esse livro sem ler a sinopse (se você acabou de ler a sinopse do post, dá um tempinho antes de pegar o livro pra sua mente esquecer hehe) porque foi o que eu fiz e isso colaborou muito na minha experiência de leitura.

O livro é narrado em terceira pessoa mas tem os pontos de vista dos dois protagonistas. Por mais que eu tenha simpatizado muito mais com o Barry, eu gostei bem mais dos capítulos da Helena. Ela é chata em alguns momentos e me irritou, mas são os capítulos que tem a parte mais científica e foi isso que me prendeu na história.

Muita gente fala como esse livro é super confuso, e realmente consegue ser. Se eu explicar direito o motivo vai ser o maior spoiler da vida, então só consigo avisar vocês pra ficarem atentos em detalhes e aos adeptos dos post-its e flags é uma boa usar nas partes que tiver explicações pro caso de você se perder durante a leitura, dá pra voltar e ler só essas partes.

Eu tive dois grandes problemas com esse livro: o romance e o final. Eu não comprei esse romance, não fui conquistada, achei que poderiam ter se formado casais muito mais legais e que fossem mais interessantes e também teriam sido mais trabalhados. O romance que o autor criou no livro simplesmente aconteceu, muito instalove. O meu problema com o final é que foi MUITO simples. O autor criou uma bola de neve que não parava de aumentar a cada capítulo e o final foi extremamente fácil, simples e conveniente pra todo o caos que ele criou.

Mesmo com esses problemas, é um livro bem bom. A história é envolvente, a escrita do Blake é fluida e sem muitos floreios, tornando uma leitura fácil e rápida. Ficando atento não tem como se confundir muito com as partes mais científicas. Não foi meu livro favorito do ano e desconfio que vá ser meu livro preferido do autor, mas foi uma experiência de leitura boa e que eu recomendo pra todo mundo que curtir livros de ficção científica e/ou histórias imprevisíveis.


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quarta-feira, 22 de julho de 2020

Por Isso A Gente Acabou - Daniel Handler

Título Original:
Why We Broke Up
Título: Por Isso A Gente Acabou
Livro Único
Autor(a): Daniel Handler
Tradução: Érico Assis
Editora: Seguinte
Onde Comprar: Amazon | Submarino
Sinopse: Por Isso A Gente Acabou trata, com a comicidade típica do autor, de uma situação difícil pela qual todos um dia irão passar: o fim de uma relação amorosa e toda a angústia, trsiteza e incerteza que essa vivência pode gerar. 
Min Green e Ed Slarteron estudam na mesma escola e, depois de apenas algumas semanas de convívio intenso e apaixonado, acabam o namoro. Depois de sofrer muito, Min resolve, como marco da ruptura definitva, entregar ao garoto uma caixa repleta de objetos significativos para o casal junto com uma carta falando sobre cada um desses objetos e do episódio que ele representou, sempre acrescentando, ao final, uma nova razão para o rompimento.
Essa carta é o texto de Por Isso A Gente Acabou, que é, assim, carregado de um tom informal e tragicômico - características da personagem - e traduz com um misto de simplicidade e profundidade a história de uma separação. Imerso neste universo adolescente, o leitor conhecerá a divertida personalidade de Min, uma garota apaixonada por filmes cujo sonho é ser diretora de cinema, e as idas e vindas deste romance, desde o dia em que os dois conversaram pela primeira vez até o instante em que tudo acabou. A artista Maira Kalman, autora de diversas capas da revista The New Yorker, ilustrou cada um dos objetos da narrativa, trazendo cor e descontração a esta história dolorida.

Aqui nós temos a história de um breve relacionamento contada através do olhar da protagonista, a Min. O livro inteiro é uma carta que ela está escrevendo pra seu ex Ed, que será entregue junto com uma caixa cheia de objetos que de alguma forma participaram dos momentos desse casal e explicando como aquelas situações contribuíram para o término do que eles tinham juntos.

Esse é um livro que, por motivos óbvios, você começa já sabendo o final. Mas isso não tira de forma alguma a vontade de ler e de conhecer essa história. A trama é toda envolta no relacionamento da Min com o Ed, como se formou, como se desenvolveu e porque teve um fim, e é algo muito legal de acompanhar. Apesar de um romance ter os seus clichês, essa história não teve muitos momentos previsíveis e evoluiu de uma forma bastante linear e agradável.

Essa leitura foi uma segunda tentativa. Da primeira vez, eu acabei abandonando por achar a protagonista chata e dar a causa do término exatamente por essa chatice, afinal, quem escreve uma carta tão longa? Mas fico feliz de ter dado essa segunda oportunidade. Consegui me colocar um pouco no lugar da Min (o que viver algumas situações não faz, né gente?!), fui entendendo as colocações dela e apesar de achar ela um pouco iludida em alguns momentos, isso não me incomodou ao ponto de parar a leitura, até porque a Min acaba de mostrando cheia de camadas e evoluindo, sendo a personagem mais bem construída. Os outros personagens, incluindo o Ed, foram chatos e sem profundidade ao meu ver. Em algumas partes do livro eu estava 100% indiferente à existência deles e se eles não estivessem lá eu não ia ver problema.

A escrita do Daniel Handler não é nada inovadora, e também não achei muito envolvente. Mas também não é uma escrita ruim, longe disso. É bem ok. Fácil de ler, sem necessidade de muitas frases de efeito (destaquei apenas dois quotes nesse livro), nada rebuscada, bem direcionada para o público-alvo do livro. As ilustrações são lindas, bem coloridas, dão um ar mais leve e divertido pra história e tornam tudo um pouco mais palpável, na minha opinião.

De um modo geral, esse é um livro bem de boa pra passar o tempo e distrair a cabeça. Dá pra se deliciar com as ilustrações e por ser uma história não muito óbvia é legal ir montando o quebra-cabeça do relacionamento do Ed e da Min e entender porque eles acabam terminando, mas não é nenhuma história de outro mundo e não vai entrar no meu pódio de favoritos do ano. 
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segunda-feira, 20 de julho de 2020

Descoberta Musical da Quarentena: Hailee Steinfeld



E vamos de post sobre música aqui nesse blog porque ninguém aguenta só ler o tempo todo (e conhecer artistas novos é sem algo válido!)

Gente, até mudei o dia da semana que tá saindo esse post pra vocês não confundirem eu e a Thallita. E pra começar a semana de um jeito bem legal, eu vim falar da Hailee porque tenho gostado muito das músicas dela, principalmente das letras que ela cria.

Mas antes um contexto sobre nossa lindíssima artista: Hailee Steinfeld tem 23 anos, é sagitariana e é muito mais conhecida por seus trabalhos como atriz participando de filmes como A Escolha Perfeita 2, Bumblebee e Quase 18. Ela também já foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu papel no filme True Grit em 2010, quando tinha 13 anos. Um prodígio.

O que muita gente não sabe é que a Hailee também vem construindo uma carreira na música. Ela não só canta como também compõe e tem letras muito fortes, algumas bastante pessoais, e que eu me apaixonei.

A produção das músicas do último EP dela, Half Written Story, não me agradaram TANTO assim mas eu ainda curti e quis trazer essa indicação pra vocês. A minha música favorita do EP é Your Name Hurts, porque eu adorei a letra e adorei em como a melodia foi inserida. Uma que também é bem legal é End This (L.O.V.E.), mas tem uma produção mais diferente e que pode não agradar todo mundo.



A minha música favorita da Hailee é Most Girls, porque eu acho que ela representa muito bem, ela levanta a bandeira do feminismo, o clipe casa com a música, tem uma história e é bem legal. Love Myself também tem um clipe MUITO legal, divertido e que passa uma mensagem importante. Deixei aí em cima pra vocês poderem ver e dar a opinião de vocês.

Bom, post curtinho pra trazer essa dica pra vocês. Fiquem de olho na Hailee porque ela tem uma voz muito bonita, ela tem vocais muito bem posicionados, ela tem composições cheias de potencial e ela ainda pode surpreender muito na indústria musical.
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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Filme: Feel The Beat


Título Original: Feel The Beat
Elenco: Sofia Carson, Wolfgang Novogratz, Brandon Kyle Goodman, Donna Lynne Champlin
Duração: 1h e 47min
Ano: 2020
Roteiro: Shawn Ku, Michael Armbruster
Produção: Susan Cartsonis
Direção: Elissa Down
Sinopse: Em Feel The Beat, April (Sofia Carson) é uma dançarina que não consegue seu sucesso na Broadway e decide retornar à sua pequena cidade natal. Relutantemente, ela é recrutada para um grupo de jovens dançarinos desajustados para uma grande competição.
Onde Assistir: Netflix | Trailer: Dublado / Legendado

O filme começa com April em um teste para um papel na Broadway. Por cargas do destino, ela acaba não conseguindo o papel além de gerar uma situação que coloca toda a sua carreira em risco. Envergonhada, ela resolve voltar para a sua cidade natal e acaba reencontrando alguns fantasmas do passado como a escola onde fazia aulas de dança e seu ex-namorado.

Acontece que a dona da escola de dança, Ms. Barb, quer levar as alunas para competirem em um concurso nacional e pede para que April ajude e ensaie junto com elas, o que a protagonista acaba aceitando pelo puro interesse de poder dançar em frente aos jurados que são verdadeiros ícones da Broadway. Ao longo do filme, nós vamos acompanhar a trajetória  das meninas pelas etapas do concurso e a trajetória da April no meio disso tudo.

A trama é um pouco clichê, devemos admitir, mas é tão fofa que a gente nem liga pros clichês e se apaixona mesmo assim. E também é uma trama bem construída e muito linear. Os diálogos são simples, até por ser um filme adolescente, e tornam o filme uma ótima fonte de entretenimento, onde a reflexão sobre a mensagem que o filme quer passar é tão sutil que quando vamos ver já estamos envolvidos por todo aquele sentimento.

Acho que a Sofia Carson foi uma ótima escolha como protagonista e ela fez o papel muito bem. Apesar disso, sinto que mais lá pro final do filme a personagem se perdeu um pouco. Vejam bem, a April é cheia de características próprias e eu sinto que ali no final ela perdeu um pouco dessa essência e isso me chateou um pouco porque ela foi uma personagem que eu realmente gostei.

A química entre o casal protagonista é perfeita e sem defeitos, eles dois são a própria definição de um OTP (One True Paring). Acho que todos os personagens coadjuvantes tem uma parte importante para acrescentar na história, seja na evolução das meninas na competição quanto no crescimento pessoal da protagonista (com exceção dos meninos do time de futebol que são completamente desnecessários).

Eu acredito que esse filme seja aquela história linda, fofa e que aquece o coração. É uma história para sorrir, suspirar, morrer de amor e se divertir, realmente distrair a cabeça sabe?! A Netflix teve uma ideia brilhante e muito bem executada, e Feel The Beat é um filme sensacional, cheio de músicas incríveis e bem coreografadas, além de muita fofura e muito amor. Por enquanto, é definitivamente um dos melhores filmes que eu assisti em 2020.
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sábado, 4 de julho de 2020

BLACKPINK IN YOUR AREA!


Semana passada o grupo feminino sul coreano de kpop, blackpink, formado em 2016 pela empresa YG Entertainment, realizou o seu comeback após 1 ano e 2 meses em hiatus.

Blackpink é composto por 4 integrantes com respectivas funções sendo elas: Lisa (main dancer e lead rapper), Jennie (main rapper e lead vocal), Rosé (main vocal e lead vocal) e Jisoo (lead vocal e visual). 

O grupo virou um dos assuntos mais comentados do twitter e o seu mv de comeback, "How You Like That", quebrou 5 recordes do YouTube, sendo um deles a maior estréia, contabilizando 86 milhões de views em apenas 24h. Além dos recordes da plataforma, atingiram o topo do iTunes de 68 países e conquistaram o "all kill", ou seja, conseguiram colocar a música em #1 em todos os charts coreanos.

Além de todas as conquistas, o grupo possui parceria com a cantora britânica Dua Lipa na música "Kiss and Makeup", e com a Gaga, em seu mais recente álbum "Chromatica", a música "Sour Candy".

Blackpink em breve lançará seu primeiro álbum, especificamente em setembro! Então fiquem ligados e não deixem de conferir as músicas das mais novas queridinhas do mundo.

Btw, as minhas músicas favoritas são "As If It's Your Last" e "Playing With Fire".

Até a próxima recomendação! Um grande kiss da web diva thalli 💋

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quinta-feira, 25 de junho de 2020

Tartarugas Até Lá Embaixo - John Green

Título Original: Turtles All The Way Down
Título: Tartarugas Até Lá Embaixo
Livro Único
Autor(a): John Green
Tradução: Ana Rodrigues
Editora: Intrínseca
Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível "A Culpa É das Estrelas", lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas Até Lá Embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido - quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro - enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor - entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância -, Tartarugas Até Lá Embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e - por que não? - peculiares répteis neozelandeses.

Bom, vamos lá. Aza Holmes é uma adolescente que está nesse momento na metade do Ensino Médio, tem um círculo de amigos bem criativo e uma melhor amiga fiel. Além disso, a protagonista sofre com TOC, um transtorno mental que a acompanha já há alguns anos. No meio desse cenário, um bilionário que cometeu um crime de colarinho branco desaparece e é oferecida uma recompensa de 100 mil dólares para quem tiver pistas que ajudem na sua localização, e acaba que Aza conhece o filho desse homem. A história definitivamente começa quando Daisy (a melhor amiga) quer muito a recompensa e convence Aza a contatar David.

A trama desse livro não é previsível nem ruim, mas eu achei chata, parada e monótona. As melhores partes são quando o foco vai para o transtorno mental da Aza, seus ataques de pânico e como ela tenta lidar com tudo isso. Por ser narrado em primeira pessoal pela protagonista, o livro não poupa detalhes nessas partes e isso é muito interessante e ao mesmo tenso de acompanhar, e foi onde eu realmente fiquei presa. Por outro lado, o mistério que é sugerido na sinopse e que me intrigou a ler o livro não existe. O desaparecimento do bilionário é uma sub-trama, mas não é um foco do livro para prender o leitor.

Todos os personagens tiveram algum problema pra mim em algum ponto do livro, ou então não tiveram problema nenhum e foram insignificantes (na minha opinião). Não consegui me identificar ou me apegar a nenhum deles. Mas pra não sinalizar apenas coisas ruins, seria mentir dizer que os personagens não evoluem ao longo do livro, e é uma evolução que vale à pena acompanhar até o final para quem escolhe fazer essa leitura.

Eu tenho um problema sério com a escrita do John Green desde A Culpa é das Estrelas. Sei lá, mas não bate sabe. Não consigo me situar nos cenários, não consigo pertencer ao universo que ele cria, não consigo me envolver e muito menos achar poético ou minimamente interessante. Acho que simplesmente não é pra mim, mas isso não torna a escrita dele ruim em nenhum momento. Só é uma peça do quebra-cabeça que não encaixa sabe?!

Numa visão geral, esse foi um livro médio pra mim. É ok, vale à pena ler, talvez algumas pessoas possam gostar bastante, mas eu acredito que esse livro não deva ser uma prioridade a não ser que você queira entender um pouco mais da mente de quem sofre com algum transtorno mental, já que isso o livro consegue apresentar muito bem. Do contrário, há leituras melhores e que podem valer mais o seu tempo.
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sábado, 20 de junho de 2020

Descoberta Musical da Quarentena: Lauv



Hello, meus queridos! 

Durante a semana estive escutando alguns artistas não tão conhecidos que foram recomendados pelo Spotify. 
Após escutar MUITA música de MUITA gente que nunca ouvi falar, escolhi o meu favorito: Lauv. 

Lauv é um cantor e compositor de 25 anos, nascido na Califórnia, EUA. Suas músicas abraçam os gêneros pop, electropop e R&B contemporâneo. 

"Lost in the Light", seu EP de estréia foi lançado em 2015 contendo 5 músicas. 

Seu primeiro álbum "I Met You When I Was 18", lançado no dia 31 de maio de 2018, contém 17 músicas e sendo "I Like Me Better" a mais famosa. 

O último trabalho de Lauv, até então, é o álbum "~how i'm feeling~", um álbum com parcerias como Troye Sivan, BTS, Alessia Cara, entre outros.

De todas as músicas que escutei, "Feelings" é de longe a minha favorita. 



Dêem uma conferida na página do artista e no trabalho dele!

Beijos da web diva thata e até a próxima semana! 💋




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quarta-feira, 17 de junho de 2020

#MLI2020 - O que eu vou ler na Maratona



E finalmente eu vim trazer pra vocês a minha TBR completa com tudo que eu pretendo ler na Bookubatona que começa no próximo sábado, dia 20. Será que dessa vez o que vem é o hit ou o flop?

Bom, pra começar eu já quero esclarecer que os livros não vão estar em ordem de leitura porque eu ainda não sei em qual ordem eles serão lidos. Eu apenas vou falar aqui o livro e qual desafio esse livro vai cumprir. E é claro que, conforme eu for lendo, as resenhas irão aparecer aqui no blog.

Começando com o desafio do Victor do Geek Freak: Um livro votado e decidido pelos seus amigos. Quem leu o primeiro post que fiz sobre a MLI viu que eu deixei um formulário lá pra vocês votarem e decidirem o livro pra mim e o grande vencedor (com grande vantagem, devo informar) foi o Tartarugas Até Lá Embaixo do John Green.

Pra cumprir os desafios do Leo Oliveira (um livro LGBTQIA+ lançado nos últimos 4 anos) e da Bárbara do B de Barbárie (um livro de autor latino-americano) eu escolhi ler 1+1: A matemática do amor, que foi escrito pelo Augusto Alvarenga em parceria com o Vinícius Grossos. Aqui os dois protagonistas são melhores amigos e estão prestes a terminar o ensino médio quando um deles acaba precisando se mudar...


Cumprindo o desafio do Paulo Ratz do Livraria Em Casa, que é ler um livro de um gênero que você não lê com frequência, eu vou ler Sejamos Todos Feministas da Chimamanda. Esse livro, na verdade, é um dos discursos que a Chimamanda fez (ou seja, é um de livro de não-ficção), então ele não tem muitas páginas assim, mas acho que tem muito a ensinar.

O desafio do Palavras Radioativas é ler um livro que está encalhado na estante epra isso eu escolhi Por Isso A Gente Acabou do Daniel Handler que foi um livro com certo hype na Bienal do Livro de 2014 e foi bem nessa época que eu comprei, mas eu nunca li, então aproveitei a Maratona pra desencalhar ele da estante.


Amor(es) Verdadeiro(s) é o novo livro da Taylor Jenkins Reid que acabou de chegar no Brasil. A autora ganhou muita fama com Os Sete Maridos de Evelyn Hugo, mas essa vai ser minha primeira experiência com alguma obra dela. Escolhi esse livro pra cumprir os desafios da Aione Simões (ler um livro que faça parte de um Clube de Leitura) e também da Vic, do Chiclete Violeta (ler um livro escrito por uma autora mulher).

Pra cumprir o desafio da Mayra do All About That Book (um livro recomendado
por um booktuber) e da Beatriz Paludetto (um livro que lide com algum transtorno ou problema mental) eu quero ler O Rei de Palha da K. Ancrum que o GF recomendou horrores e tem uma diagramação linda.


Cumprindo o desafio do Um Bookaholic, que é ler um livro de autor(a) negro(a), eu escolhi ler Orgulho da Ibi Zoboi. Esse livro é uma releitura de Orgulho e Preconceito da Jane Austen (que, acreditem ou não, eu nunca li). Eu aproveitei que a editora disponibilizou um cupom pra ele, baixei e agora encaixei aqui na TBR.


Cumprindo o desafio de ler um livro digital/e-book proposto pela Kabook, eu pretendo ler Correio Nada Elegante da Marina Oliveira. Aqui se trata de um conto que se passa numa festa junina, e eu quis aproveitar o clima de junho pra colocar essa leitura, já que esse é o máximo perto de uma festa junina que eu vou esse ano.


O desafio do Café com Dan é ler um livro de ficção científica e aqui eu encaixei Mais Fortes, Mais Velozes, Mais Belos da Arwen Elys Dayton e ele fala de uma sociedade futurística onde os seres humanos meio que criaram uma espécie de humano perfeito, e isso me deixou curiosa pra ver o ruim que vai dar.


Pro desafio da Tati Duraes (ler um livro nacional independente ou de editora pequena) eu escolhi Sete Coisas Antes de Morrer do David Braga, que ele publicou de forma independente na Amazon e que eu amei muito a capa :)



Pro último desafio que eu quero cumprir eu vou ler Amanhã Eu Paro! da Gilles Legardinier, que é um chick-lit e quem me conhece sabe o quanto eu amo esse gênero. Esse livro vai cumprir o desafio da Mariana Mortani de ler um livro com título que se inicie com a primeira letra do meu nome.


Ufa! Estou apostando bem alto aqui com tantas leituras (quase 3 mil páginas!) mas espero dar conta. Quem quiser acompanhar melhor como vai ser a MLI pra mim não pode deixar de seguir o Instagram do blog, porque eu vou estar compartilhando tudo o que estou achando das leituras por lá. E vocês, vão participar? Já decidiram o que vão ler? Deixem aqui pra mim nos comentários que vou adorar saber!
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sexta-feira, 12 de junho de 2020

DICA MUSICAL: Dia dos Namorados + Playlist da Semana





Oiiiiiii, como vocês estão?
Prazer em conhecê-los, eu sou a Thallita e estarei publicando semanalmente no blog sobre música. Quem amou?

Bom, todos estão de acordo que existe pelo menos uma música pra cada situação da vida, certo?
Aproveitando o clima de romance, minha primeira indicação pra vocês será o álbum "Lover", lançado em 2019 e sendo o sétimo álbum de estúdio da cantora Taylor Swift. O álbum possui diversas músicas que são capazes de descrever o amor, espero que vocês gostem! 

E pra quem preferir, também fiz uma playlist super amorosa com a ajuda de um amigo. A playlist é colaborativa e vocês podem ajudar adicionando as músicas românticas que gostarem! 
Aproveitem ao máximo o dia dos namorados, com seus parceiros ou sozinhos mesmo (antes só do que mal acompanhado).

Espero que tenham gostado de mim e da recomendação também!
Beijos estalados da web diva Thallita.



Lover by Taylor Swift:



Playlist colaborativa:


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quarta-feira, 10 de junho de 2020

#MLI2020 - BOOKTUBATONA 2.0 + Vocês escolhem o que eu vou ler!



Post de hoje é especial porque eu vim trazer pra vocês todos os detalhes da #MLI2020 (ainda não é a TBR) e também vim convidar vocês a me ajudarem a escolher o que eu vou ler durante a maratona.

Pra quem ainda não sabe do que eu tô falando, todos os anos o Victor Almeida (conhecido popularmente como Geek Freak) faz uma Maratona Literária de Verão (MLV) e uma Maratona Literária de Inverno (MLI) e em 2020 não foi diferente. E dessa vez ele resolveu ressuscitar a Booktubatona, que aconteceu pela primeira vez há 5 anos atrás. Por isso, a MLI desse ano se chama Booktubatona 2.0

O Victor se juntou a outros 26 canais literários do Youtube pra realização dessa maratona e cada canal propôs um desafio diferente a ser cumprido. Lembrando QUE você não precisa cumprir nenhum desafio se não quiser, e você pode usar um mesmo livro pra cumprir vários desafios também.


Desafios e Canais participantes:


Leo Oliveira - Ler um livro LGBTQIA+ lançado nos últimos 4 anos
Pronome Interrogativo - Ler um livro de ficção histórica
Livraria Em Casa - Ler um livro de um gênero que você não lê com frequência
All About That Book - Ler um livro recomendado por um booktuber
Resenhando Sonhos - Ler um livro favorito de um amigo seu
Segredo Entre Amigas - Ler um livro que faça parte de uma série
Palavras Radioativas - Ler um livro encalhado na estante
Aione Simões - Ler um livro que faça parte de um Clube de Leitura
Melina Souza - Ler um livro que se passa no natal ou no inverno
Luago nos Livros - Ler um livro que te faz lembrar alguém ou uma memória afetiva
Beatriz Paludetto - Ler um livro que lide com algum transtorno ou problema mental
Vá Ler Um Livro - Ler um livro em inglês
Vá Ler Um Livro (bônus) - Ler um livro da sua infância
Patrícia Lima - Ler um livro que você suspeita que será favoritado
Um Bookaholic - Ler um livro de autor(a) negro(a)
Kabook TV - Ler um livro digital/e-book
Christian Assunção - Ler um livro relacionado ao meio ambiente (florestas, desertos, mares, etc)
Luckyficious - Ler um livro de realismo mágico/fantástico
Café com Dan - Ler um livro de ficção científica (qualquer vertente)
Chá de Prosa - Ler um livro nacional de autor LGBTQIA+
Tatiane Duraes - Ler um livro nacional de autor independente ou editora pequena
Samanta Belleti - Ler um livro ou HQ para aquecer o coraçãozinho
De Livro em Livro - Ler um livro que você comprou na empolgação, mas depois ouviu alguém falar mal
B de Barbárie - Ler um livro de autor latino-americano
Mariana Mortani - Ler um livro com título que se inicie com a primeira letra do seu nome
Andrea Bistafa - Ler um livro de um autor que tenha o mesmo nome que você (primeiro nome)
Victoria Porto - Ler um livro escrito por uma mulher
Geek Freak - Ler um livro votado/decidido pelos seus amigos

Ufa, quantos desafios! E lembro vocês que nada é obrigatório ok? A Maratona tem como objetivo fazer a gente ler mais do que num período normal e se divertir enquanto isso. Os desafios são um acréscimo pra tentar tornar tudo mais legal também, mas vai ficar tudo bem se você não quiser cumprir nenhum, ou cumprir só alguns ou até mesmo criar seus próprios desafios. 

Agora, como vocês puderam ver aí em cima, um dos desafios é chamar os seus amigos pra votarem e escolherem um livro pra você ler, mas eu achei mais legal liberar a votação por aqui, pra vocês poderem escolher qual livro vocês querem saber a minha opinião. A votação é livre pra vocês votarem em quantos livros quiserem e quantas vezes quiserem. Então não esqueçam de votar!!

Links úteis pra vocês poderem acompanhar todos os detalhes da MLI, sorteios e também como andam as minhas leituras.

Datas da MLI: 20 de junho a 4 de julho
Link de inscrição na maratona: https://bit.ly/37jzBFz
Twitter oficial da maratona: https://twitter.com/bktbtn
Vote no livro que você quer que eu leia: https://forms.gle/RoPrBSdtUAbKVebz6
Acompanhe minhas leituras no Twitter: https://twitter.com/unnfounded
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quarta-feira, 3 de junho de 2020

Minissérie: A Vida e a História de Madam C. J. Walker


Título Original: Self Made: Inspired by the Life of Madam C. J. Walker
Produção: DeMane Davis, Eric Oberland, Lena Cordina
Direção: Nicole Asher
Elenco: Octavia Spencer, Carmen Ejogo, Tiffany Haddish, Blair Underwood, Garrett Morris
Gênero: Drama
Sinopse: A história de Madam C. J. Walker (Octavia Spencer), ativista social e primeira mulher milionária dos Estados Unidos a conquistar a própria fortuna: por meio de uma linha de produtos capilares e cosméticos para mulheres negras.
Onde Assistir: Netflix
Ouça a trilha sonora: Spotify

Sarah Breedlove teve uma vida sempre muito difícil, batalhando como lavadeira para ganhar centavos, mas ela sempre quis mais que isso. Quando seu cabelo começou a cair e seu marido a abandonou, Addie Munroe bate na sua porta com um produto que ajuda no crescimento do cabelo, mas o que Sarah enxerga é uma oportunidade de mudar de vida.

Baseada em fatos reais, a minissérie da Netflix brilha em trazer uma história carregada de luta, emoção e inspiração. A trama foi bem planejada e dividida entre os quatro episódios de aproximadamente 45 minutos, tornando fácil para assistir tudo em uma sentada só. Inclusive, esse formato de minissérie (que eles poderiam ter escolhido fazer como série ou até mesmo um filme) foi uma ótima sacada, visto que trouxe a história de forma completa, sem a necessidade de enrolar demais ou acabar perdendo fatos importantes.

Sarah é uma personagem cativante e a interpretação feita por Octavia Spencer torna tudo melhor. A atriz vive aquele papel e nos faz sentir tudo o que a personagem sente, nos faz querer torcer e lutar para que a protagonista possa realizar tudo aquilo que acredita e sonha. Além disso, a atuação de todo o cast em conjunto é de tirar o fôlego, todos personificaram muito bem seus papéis e fizeram um lindo trabalho. Uma menção honrosa para meu personagem coadjuvante predileto, Cleophus. O sogro de Madam C. J. Walker, brilhantemente interpretado por Garrett Morris, é um homem que sobreviveu à escravidão e que possui falas e atitudes que vão conquistar seu coração.

A história se passa no início dos anos 1900, então o racismo é extremamente presente. Mas não só isso, a série aborda diversas pautas que passam por relacionamentos, amor, feminismo, orgulho, empreendedorismo, romance entre pessoas do mesmo sexo. E é uma história perfeita pra mostrar que o que estamos vivendo hoje no Brasil e no mundo em termos de preconceito vem de séculos atrás. Sempre existiu. A história vive se repetindo, mas não podemos deixar que isso aconteça. Ver essa série pode ser até mesmo uma forma de conscientização da luta contra o racismo e todo outro tipo de preconceito.

"Às vezes, o silêncio é a única proteção que uma mulher negra tem. E agora que aprendi a contar minha história, não posso mais ficar em silêncio." - Madam C. J. Walker


O roteiro é um dos mais bonitos que eu já pude perceber. Os discursos que Madam C. J. Walker faz ao longo dos episódios são inspiradores, reais, brutais, instigantes, verdadeiros e extremamente atuais. Cada discussão e conflito que surge gera falas que são perturbadoras, porém necessárias. E as citações de grandes nomes são um charme a mais que acabam trazendo ainda mais poder e peso para o trabalho do(a) roteirista e que encaixam perfeitamente com a situação em que aparecem.

E falando em encaixe, aqui temos mais uma trilha sonora de destaque. É uma delícia escutar essa trilha, seja só escutando as músicas, seja encaixadas na minissérie. A escolha de músicas foi certeira. A letra das músicas casa com o que está acontecendo na história e a batida das músicas conversa com a direção, tornando tudo mais impactante e real.

Ganhando o prêmio de melhor série/minissérie assistida em 2020 (até o momento que estou escrevendo esse post), Self Made merece seus destaques. Fico triste em saber que essa série não teve o reconhecimento que merecia, mas trago ela aqui na esperança de que alguém mais vá conhecer essa história. Eu chorei, eu ri, eu me emocionei, eu fiquei tensa, eu passei ódio, eu torci, eu tive todas as emoções. Sem nenhuma sutileza, a minissérie Original Netflix trouxe assuntos que precisam ser discutidos e que merecem atenção. 

Madam C. J. Walker se tornou a primeira mulher preta milionária dos Estados Unidos, fazendo produtos de cabelo de pretos, para pretos e por pretos. Ela queria a ascensão das pessoas pretas. Ela queria que todos tivessem voz. E ver sua luta nos inspira a não desistir do que ela e muitos outros começaram. A luta por direitos iguais não para até que todos tenham voz. 


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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Filme: O Sol Também É Uma Estrela

Crítica | O Sol Também é Um Estrela (2019) - Cinestera

Título Original: The Sun Is Also A Star
Elenco: Yara Shahidi, Charles Melton, John Leguizamo, Jake Choi, Gbenga Akinnagbe
Duração: 1h e 40min
Ano: 2019
Roteiro: Tracy Oliver
Produção: Elysa Dutton, Leslie Morgenstein
Direção: Ry Russo-Young
Sinopse: Natasha (Yara Shahidi) é uma jovem extremamente pragmática, que apenas acredita em fatos explicados pela ciência e descarta por completo o destino. Em menos de 24 horas, a família de Natasha será deportada para a Jamaica, mas antes que isso aconteça ela por acaso encontra Daniel (Charles Melton), que a salva de ser atropelada. Decidido a convencê-la que o encontro de ambos foi obra do destino, Daniel a desafia a passar um dia com ele, no qual tem a missão de fazê-la se apaixonar.

Baseado no livro de mesmo nome, O Sol Também É Uma Estrela é um filme sobre destino, sobre se apaixonar e sobre lutar por aquilo que você acredita e ama. E a história ainda faz isso mostrando os dois lados da moeda.

A Natasha tem apenas um dia antes de ser deportada para a Jamaica junto com sua família, mas ela não está disposta a deixar toda a vida dela pra trás sem tentar então, contrariando a família, ela marca reuniões com o departamento de imigração dos Estados Unidos e com um advogado, na tentativa de conseguir reabrir o caso dos seus pais e permanecer no país.

Do outro lado temos Daniel, descendente direto de família coreana e uma família cheia de expectativas, diga-se de passagem. Mantendo-se sempre na linha e tentando corresponder ao que esperam dele, ele tem uma entrevista para Darthmouth para seguir na medicina, mesmo sendo apaixonado por poemas. Por uma mera coincidência em latim ou por obra do destino, nossos protagonistas se encontram e é aí que nossa história começa.

Eu AMEI o filme e fiquei louca pra ler o livro. O desenrolar da história foi muito bem projetado e é interessante como tudo foi feito. Ao acompanhar as menos de 24 horas que Natasha e Daniel possuem juntos é como acompanhar aquele relacionamento se formando durante semanas em qualquer outro filme de romance sabe?! Quando passam as cenas do casal em diversas ocasiões? E quem assiste tem a sensação de que muito tempo se passou, mas tudo aquilo acontece no intervalo de um dia.

Preciso dizer que não consigo imaginar atores mais incríveis para protagonizar essa história. A Yara e o Charles tem uma química de outro mundo e eu mesma fiquei apaixonada pelos dois e pelo amor que nasce entre eles, que é lindo de se ver. Outra coisa muito interessante e que eu gostei muito é que o cast do filme é composto apenas por atores e atrizes não-brancos. E isso é percebido até na figuração, o que traz muita representatividade pra produção e eu, sinceramente, achei incrível porque foi o primeiro filme que eu vi com o elenco composto assim.

Apesar de não saber como foi abordado no livro, o filme trata de questões muito importantes como racismo, imigrantes nos EUA e a falta de apoio que eles tem e eu achei que apareceram muito bem e acredito que sejam mais aprofundados no livro, visto que o audiovisual foca bem mais no romance entre os protagonistas. Outra coisa legal são as referências científicas que são feitas ao longo do filme, explicando alguns fenômenos, e que encaixam perfeitamente com a história sendo contada.

Quero fazer uma menção honrosa para a trilha sonora e os figurinos desse filme, que arrasaram demais. Eu sou apaixonada por trilhas sonoras e a desse filme foi tão boa. Cada cena encaixava perfeitamente com a música, e eram músicas muito boas! E os figurinos lindos foram um a mais que você acha desnecessário até ver como faz toda a diferença, fora que combinaram perfeitamente com o cenário do filme, New York City.

Como vocês puderam ver, eu falo bastante dos filmes que eu gosto. Mas esse foi cinco estrelas, favoritado e cheio de amor. Se tornou um dos meus filmes favoritos da vida. A história é linda, ele representa MUITO na indústria cinematográfica e ainda esquenta o coração. É a pedida perfeita pro dia que tá frio e você quer assistir aquele filme pra suspirar enquanto come brigadeiro OU pra quem ainda quer acreditar que tudo vai ficar bem, mesmo quando todas as circunstâncias apontam ao contrário.
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quinta-feira, 28 de maio de 2020

Filme: A Missy Errada

Cenapop · Crítica | A Missy Errada (Netflix, 2020)

Melissa e Tim se conhecem num encontro às cegas e a Melissa nada mais é que louca, o que faz o Tim fugir do encontro. Alguns meses depois, indo viajar à trabalho, o Tim esbarra em uma mulher no aeroporto e eles acabam trocando malas sem querer. Na hora de destrocar eles acabam conversando e percebendo que possuem muito em comum, além do fato do nome dela também ser Melissa. Até aí, tudo certo né?! Pois bem, a empresa que o Tim trabalha promove um retiro pro Havaí e todos podem levar um acompanhante. O amigo do Tim fala pra ele levar a Melissa e ele curte a ideia, até chegar dentro do avião e perceber que ele chamou a Melissa errada. Já dá pra imaginar a confusão, né?!

Bom, indo direto ao ponto pra depois tentar explicar meu ponto: pior filme de 2020 até agora. Ai, gente. Muita decepção num filme só. Tudo bem que não tinha o trailer mais interessante do mundo, mas até que parecia algo legal pra distrair sabe?! É uma comédia, estamos de quarentena, seria bom pra quebrar a tensão, mas não rolou.

Mas vamos por partes: começando pelos personagens. Eu achei eles muito forçados. Principalmente a Missy (apelido da Melissa). Era tudo exagerado demais, ela era louca demais, ela fazia tudo muito demais, ela falava alto demais, tudo o que ela fazia era no limite do permitido por lei, ou ela parecia completamente e 300% burra. O Tim é sem sal nem açúcar. Nem tenho muito o que falar dele porque ele é muito sem graça. Os personagens coadjuvantes também não fazem diferença no filme, não tem papéis relevantes, ninguém nem pra salvar o filme.

Eu entendo que é pra ser uma comédia e nem sempre comédias tem propósito, mas a trama não levou a lugar nenhum o filme inteiro e nos cinco minutos finais o roteirista quer trazer uma lição de moral que nunca existiu, e quem assiste não sente isso. O roteiro é uma tristeza e a direção eu não sei de onde saiu, porque consegue ser pior ainda.

Eu não consegui dar uma risada nesse filme, eu senti que foi uma hora e meia completamente perdida que eu poderia ter lido um livro, assistido algum outro filme, uma decepção mesmo. Já é a segunda comédia Original Netflix que eu não gostei, então não sei se vou continuar assistindo as próximas que vierem. E se serve de conselho, os norte-americanos precisam aprender com o nosso cinema nacional como fazer uma boa comédia. 

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