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terça-feira, 29 de junho de 2021

SAGA MARVEL: CAPITÃO AMÉRICA O PRIMEIRO VINGADOR


Título Original: Captain America: The First Avenger
Elenco: Chris Evans, Hayley Atwell, Sebastian Stan, Hugo Weaving, Stanley Tucci, Dominic Cooper, Tommy Lee Jones
Duração: 2h 04m
Ano: 2011
Roteiro: Christopher Markus, Stephen McFeely
Produção: Kevin Feige
Direção: Joe Johnston
Sinopse: 2ª Guerra Mundial. Steve Rogers (Chris Evans) é um jovem que aceitou ser voluntário em uma série de experiências que visam criar o supersoldado americano. Os militares conseguem transformá-lo em uma arma humana, mas logo percebem que o supersoldado é valioso demais para pôr em risco na luta contra os nazistas. Desta forma, Rogers é usado como uma celebridade do exército, marcando presença em paradas realizadas pela Europa no intuito de levantar a estima dos combatentes. Para tanto passa a usar uma vestimenta com as cores da bandeira dos Estados Unidos, azul, branca e vermelha. Só que um plano nazista faz com que Rogers entre em ação e assuma a alcunha de Capitão América, usando seus dons para combatê-los em plenas trincheiras da guerra.



E a partir deste post, sentencio minha existência na Internet afirmando que foi um prazer conhecer todos vocês. Para quem não entendeu ainda: eu assisti pouquíssimos filmes da Marvel e gostei de menos filmes ainda, logo, um grande amigo meu propôs que eu assiste os filmes em ordem cronológica para dar um veredito final pois, já que é pra criticar é melhor fazer isso com propriedade. Resolvi que era uma ótima oportunidade de produzir conteúdo e agora toda semana vocês irão acompanhar comigo as pérolas que irão surgir dessa saga de conhecer o universo MCU.




Bom, começando pelo começo teremos a apresentação do primeiro (e mais chato) herói: Capitão América. E quero deixar duas coisas avisadas desde o começo: vou falar mal sim e, se você gosta, peço que respeite minha opinião. O segundo ponto é que ESTE E TODOS OS OUTROS POSTS DA SAGA MARVEL PODEM CONTER SPOILERS. Caso você ainda não tenha assistido a algum dos filmes que serão comentados, sinta-se por sua conta e risco.

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quinta-feira, 27 de maio de 2021

Filme: A Mulher na Janela


Título Original: The Woman in the Window
Elenco: Amy Adams, Julianne Moore, Gary Oldman, Anthony Mackie, Wyatt Russel, Brian Tyree Henry, Jennifer Jason Leigh, Fred Hechinger
Duração: 1h 40m
Ano: 2021
Roteiro: Tracy Letts
Produção: Scott Rudin, Eli Bush, Anthony Katagas
Direção: Joe Wright
Sinopse: Em A Mulher na Janela, Anna Fox (Amy Adams) é uma alcoólatra reclusa que passa os dias em seu apartamento em Nova York, assistindo a filmes antigos e observando seus vizinhos. Quando a família Russell se muda para o prédio da frente, ela passa a espionar o que seria a família perfeita, até testemunhar uma cena chocante que muda sua vida.
Onde Assistir: Netflix | Assista o trailer


E vamos de decepção, né?!


Confesso que eu estava com alta expectativas para esse filme. Como não li (nem lerei) o livro e não tinha ideia de qual era o final desse suspense, já estava preparada para ficar presa e angustiada do início ao fim e isso trouxe minha primeira decepção, visto que isso nunca aconteceu.



Pontos são mais do que merecedores para a Amy Adams que, impecável como sempre, entregou um show de atuação. O problema foi todo o resto, poxa. O filme foi tão chato e sem graça e, apesar de não ter sido necessariamente previsível, não foi algo que me prendia na vontade de ver e nem me deixou intrigada tentando desvendar pistas.



Como se não bastasse tudo isso, ainda achei a história bem fraca. Entendo que o roteiro muda em comparação ao livro, mas considerando que as principais partes são mantidas, eu achei as principais partes bem qualquer coisa. O plot não é legal ou interessante, a personagem não se desenvolve muito e a história parece entrar num loop infinito do mesmo assunto que não vai a lugar nenhum.



É uma pena, porque eu realmente adoro a Amy Adams e tenho certeza que ela tem potencial para participar de trabalhos muito melhores do que esse (alô, Desencantada!). Dessa vez, não é um filme que eu recomendo, mas um alerta pra você ocupar seu tempo com algum filme melhor ;)

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sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Filme: Dançarina Imperfeita

 


Título Original: Work It
Elenco: Sabrina Carpenter, Jordan Fisher, Liza Koshy, Keiynan Lonsdale, Drew Ray Tanner, Naomi Snieckus, Michelle Buteau, Jayne Eastwood
Duração: 1h 33m
Ano: 2020
Roteiro: Lauren Terruso
Produção: Alicia Keys, Leslie Morgenstein, Elysa Dutton
Direção: Laura Terruso
Sinopse: Dançarina Imperfeita acompanha Quinn Ackerman (Sabrina Carpenter) que tem sua admissão na faculdade dos seus sonhos dependendo de sua performance em uma competição de dança. Agora, ela precisa formar um grupo com os melhores dançarinos do esquadrão da escola e, principalmente, aprender a dançar.
Onde Assistir: Netflix | Assista o trailer

Quinn é uma aluna nota A que colocou todos os esforços em criar o currículo perfeito para entrar na faculdade dos seus sonhos sem grandes problemas. Depois de mentir para a diretora de admissões na entrevista, ela tem que aprender a dançar pra conseguir fazer parte da equipe de dança da escola e manter seu sonho de pé.


Eu passei a acreditar que a combinação Netflix + filme de dança + filme YA é a combinação perfeita pra um filme me conquistar. Caramba, quanto "filme" numa frase só. Mas é verdade, porque a cada lançamento com essa combinação eu me apaixono mais.


O roteiro não é dos mais lineares e impecáveis, mas isso pouco importa porque o filme entretém, é uma delícia de ver e eu amei vários quotes. As coreografias são super legais, e o jeito como foram introduzidas na história me agradaram muito.

 

Os personagens são muito particulares, mas só a protagonista tem o background realmente explorado (o que pode se esperar de um filme de uma hora e meia), mas fico imaginando que se fosse um livro, teríamos uma carga de personagens muito incríveis e que iam virar queridinhos logo nos primeiros capítulos.


Acredito que os atores encaram bem os seus personagens, visto que eram adultos fazendo papel de adolescentes. A Sabrina Carpenter e o Jordan Fisher não tem taaaaaanta química assim, então pra mim foi um pouco difícil de visualizar eles como um casal, mas como são poucas cenas de romance isso não me incomodou.


No fim das contas, é um filme divertido, leve e agradável pra assistir sozinho, em família, com alguém especial. A história e os personagens são ótimas companhias por si só, e a história te prende só pelo entretenimento e pela vontade de querer saber se vai dar tudo certo no final (mesmo a gente sabendo que provavelmente vai ficar tudo bem). Dançarina Imperfeita é um filme tão gostoso que você pode repetir a dose sem moderação, e acho muito difícil de um dia você enjoar.

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terça-feira, 4 de agosto de 2020

Filme: As Golpistas



Título Original: Hustlers
Elenco: Jennifer Lopez, Lili Reinhart, Cardi B, Constance Wu, Julia Stiles, Keke Palmer, Lizzo
Duração: 1h 44m
Ano: 2019
Roteiro: Lorene Scafaria
Produção: Jennifer Lopez, Will Ferrell, Adam McKay, Jessica Elbaum, Benny Medina, Elaine Goldsmith-Thomas
Direção: Lorene Scafaria
Sinopse: Em entrevista concedida a Elizabeth (Julia Stiles), jornalista da New York Magazine, a ex-stripper Destiny (Constance Wu) conta em detalhes como conseguiu o emprego e conheceu Ramona (Jennifer Lopez), ícone do meio que logo se tornou sua grande amiga. Devido à crise financeira que abalou Wall Street em 2008, Destiny e Ramona viram o declínio na quantidade de clientes na boate em que trabalham afetar sua própria rentabilidade. Com isso, decidem elas mesmas iniciar um plano onde, juntamente com algumas amigas, vão atrás de homens em restaurantes para, após dopá-los, faturar em cima de seus cartões de crédito.

O filme é retratado como biografia e conta a vida de uma stripper. Neste caso, a ex-stripper Destiny está dando uma entrevista e ela vai contando aos poucos como e porque precisou entrar nesse ramo, além de relatar como foi criando amizades e família com quem trabalhava com ela na mesma boate.

A Destiny traz um feminismo muito forte nesse filme, mostrando para a entrevistadora e para quem assisti o filme que a profissão de stripper envolve estar cercada em um ambiente machista, cruel e perigoso para a mulher. Ela destaca a importância de nunca se julgar alguém antes de conhecer toda a história e entender o motivo daquela pessoa estar ali. E isso foi o que eu mais gostei nesse filme.

A história é ok, num geral. Não é muito politicamente correta, por causa dos golpes que as personagens praticam, mas isso tá na sinopse então não dá pra criticar muito visto que estava explícito que era isso que o filme ia mostrar. Eu gosto que não é muito previsível e que a trama é linear. O roteiro também é tranquilo, sem nenhum diálogo que se destaque muito mas também nenhum diálogo ruim.

Eu quis assistir esse filme simplesmente por causa do elenco que é incrível. Além de ser um elenco super diversificado e cheio de representatividade, ele é composto por mulheres que eu admiro demais. E todas fazem um trabalho muito legal nesse filme e tem uma atuação boa, e isso é bem legal de ver.

Esse não é um dos melhores filmes que eu já assisti, mas ele é legal e super válido durante uma tarde de entretenimento. Não é uma das minhas top recomendações mas também não é uma total perda de tempo sabe?! Acho que é uma experiência válida, relativamente divertida, boa pra passar o tempo, entender um pouco mais sobre a vida das mulheres que fazem isso pra viver e tudo o que elas sofrem. Não é um filme que todo mundo vai gostar, mas é um filme que, na minha opinião, muita gente deveria assistir em algum momento. Fora que o filme tem umas cenas bem fofas que esquentam o coração e aconchegam a alma, tudo o que a gente precisa.
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segunda-feira, 6 de julho de 2020

Filme: Feel The Beat


Título Original: Feel The Beat
Elenco: Sofia Carson, Wolfgang Novogratz, Brandon Kyle Goodman, Donna Lynne Champlin
Duração: 1h e 47min
Ano: 2020
Roteiro: Shawn Ku, Michael Armbruster
Produção: Susan Cartsonis
Direção: Elissa Down
Sinopse: Em Feel The Beat, April (Sofia Carson) é uma dançarina que não consegue seu sucesso na Broadway e decide retornar à sua pequena cidade natal. Relutantemente, ela é recrutada para um grupo de jovens dançarinos desajustados para uma grande competição.
Onde Assistir: Netflix | Trailer: Dublado / Legendado

O filme começa com April em um teste para um papel na Broadway. Por cargas do destino, ela acaba não conseguindo o papel além de gerar uma situação que coloca toda a sua carreira em risco. Envergonhada, ela resolve voltar para a sua cidade natal e acaba reencontrando alguns fantasmas do passado como a escola onde fazia aulas de dança e seu ex-namorado.

Acontece que a dona da escola de dança, Ms. Barb, quer levar as alunas para competirem em um concurso nacional e pede para que April ajude e ensaie junto com elas, o que a protagonista acaba aceitando pelo puro interesse de poder dançar em frente aos jurados que são verdadeiros ícones da Broadway. Ao longo do filme, nós vamos acompanhar a trajetória  das meninas pelas etapas do concurso e a trajetória da April no meio disso tudo.

A trama é um pouco clichê, devemos admitir, mas é tão fofa que a gente nem liga pros clichês e se apaixona mesmo assim. E também é uma trama bem construída e muito linear. Os diálogos são simples, até por ser um filme adolescente, e tornam o filme uma ótima fonte de entretenimento, onde a reflexão sobre a mensagem que o filme quer passar é tão sutil que quando vamos ver já estamos envolvidos por todo aquele sentimento.

Acho que a Sofia Carson foi uma ótima escolha como protagonista e ela fez o papel muito bem. Apesar disso, sinto que mais lá pro final do filme a personagem se perdeu um pouco. Vejam bem, a April é cheia de características próprias e eu sinto que ali no final ela perdeu um pouco dessa essência e isso me chateou um pouco porque ela foi uma personagem que eu realmente gostei.

A química entre o casal protagonista é perfeita e sem defeitos, eles dois são a própria definição de um OTP (One True Paring). Acho que todos os personagens coadjuvantes tem uma parte importante para acrescentar na história, seja na evolução das meninas na competição quanto no crescimento pessoal da protagonista (com exceção dos meninos do time de futebol que são completamente desnecessários).

Eu acredito que esse filme seja aquela história linda, fofa e que aquece o coração. É uma história para sorrir, suspirar, morrer de amor e se divertir, realmente distrair a cabeça sabe?! A Netflix teve uma ideia brilhante e muito bem executada, e Feel The Beat é um filme sensacional, cheio de músicas incríveis e bem coreografadas, além de muita fofura e muito amor. Por enquanto, é definitivamente um dos melhores filmes que eu assisti em 2020.
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